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NVIDIA PODE PERDER COMPRA DA ARM DEVIDO À ATRASOS NA COMISSÃO EUROPEIA

7/26/2021

No mês passado, a Reuters informou que a Nvidia ainda não havia preenchido os documentos necessários para pedir a avaliação da sua compra da empresa britânica ARM. Agora mais um capítulo é adicionado nessa novela (que não é boa para a Nvidia), já que o Lado Verde não enviou os documentos para análise da Comissão Europeia. O recesso de verão da Comissão iniciou nesta segunda-feira e termina em setembro.

Em junho, já havia essa possibilidade da Comissão Europeia não analisar a aquisição a tempo, pois também não havia previsão de quando a Nvidia enviaria os documentos burocráticos para ter seu acordo com a Softbank (atual e futura antiga proprietária da ARM) avaliado pelos reguladores. Na época, a fabricante de GPUs apenas lançou um comunicado em que afirmava que estava em contato com todas as comissões reguladoras necessárias. A Nvidia completou que as conversas estavam sendo construtivas e entregando diversos detalhes sobre a compra, a qual "será finalizada no início de 2022".

Se a Nvidia entregar os documentos necessários até setembro, demorará pelo menos seis meses até que a Comissão Europeia avalie. Isso no melhor dos casos, claro. Este "melhor dos casos" bate com a data limite do acordo de compra entre a empresa e a Softbank, março de 2022. 

Caso a Nvidia não consiga finalizar a aquisição da ARM até a data acordada, ela poderia pedir o aumento do prazo para setembro de 2022 definida em uma das cláusulas do contrato. Porém, após março, qualquer uma das partes pode cancelar o negócio de 40 bilhões de dólares. A Nvidia pagaria US$ 1,25 bilhões em caso de desistência da compra.

Se a compra não for aprovada e o prazo de aquisição não for estendido pela Nvidia (pouco provável ela não ativar a cláusula), a ARM poderá optar por se tornar uma empresa de capital de aberto (IPO), diz uma fonte com conhecimento sobre a transação. Esta é a opção que concorrentes e clientes da ARM, como Microsoft, Google e Qualcomm preferem. Estas empresas inclusive pediram para que o órgão regulador americano abra uma investigação de prática antitruste no acordo.

 

Fonte: Adrenaline

 
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